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A REVOLUÇÃO DOS BICHOS

Você tem uma banda, daí resolve sair p mostrar seu trabalho, essa aventura geralmente morre depois de um tempo, pois é economicamente inviável bancar essa aventura por muito tempo. Uma banda iniciante não tem publico, e os possíveis locais para tais eventos, OBVIO, não cedem espaço de graça. Nessa ambos morrem no zero a zero.
Esse, é um habitat propenso a produtores que exploram a boa fé de artistas, casas de shows caidassas que tentam ganhar em cima de bandas obrigando as mesmas a vender ingressos e consumir para fazer o seu rend cap. O fato é que o sofisticado capitalismo nos ensinou que de maneira colaborativa, é possível alcançar resultados que individualmente você não conseguiria. Vivemos num mundo de crowndfunding, sites de compras coletivas e até consórcios não é mesmo? Pois bem, essa galerinha esta conseguindo através de redes sociais se mobilizar e criar uma própria cena independente, com shows de qualidade, para todos os bolsos e para todo tipo de espaço para quem se dispor a aumentar seu publico rockeiro em seu bar ou casa noturna.
Começou com um pequeno grupo pelo whatsapp na região oeste de Sp, a ideia cresceu, e hoje a
expansão atinge os limites da grande Sp e crescendo. Os núcleos no whatsapp ainda existem e são as ferramentas onde são desenvolvidas as estrategias e operação de ações para os eventos de rock, porem contam com a Osasco do Caos (comunidade com 23.000 seguidores), Epicentro rock Explosion (gravadora e produtora) e outros produtores, designers gráficos, técnicos de eletrônica especializados em periféricos de instrumentos musicais e outros rostos desconhecidos e atuantes que tiram leite de pedra.
 As bandas agregadas, são convidadas a integrar o grupo, depois de serem monitoradas quanto a frequência de sua atividade, a divulgação e promoção de outras bandas parceiras, a qualidade de seu som E CLARO o caráter da banda. Sim, por que a experiência dos envolvidos, é conclusiva quanto a risco de segurança dos eventos referente ao envolvimento de usuário de drogas e brigas nos locais.
Com mais de dez anos de acesso digital de eficientes softwares gratuitos para gravação e produção, as gravadoras integradas no grupo já lançaram bandas que ja tocaram no Monster of rock de 2014, outras que conseguiram contrato com importantes selos do estilo e outras que lançam seu trabalho modesto com incríveis rankings de acesso e downloads. As bandas do grupo já se igualam com as maiores bandas do underground paulistano. A exemplo disso  o Epicentro rock explosion festival com a banda PROJECTO 46 e bandas locais, fazendo um show pesado, sem dever a qualquer show de mega produções, o Pomba rock fest com edições pontuais cada uma com cerca de 11 bandas nos ginásios locais, e o Mutirão cultural evento anual com cerca de 10.000 pessoas 4 palcos, Nosso Woodstock, dedicado a bandas somente de som autoral e outros festivais locais como no BOMBADÍSSIMO Mineiro Rock bar, que pega fogo de terça a domingo até o ultimo cliente. Ufa !
O resultado esta sendo impressionante. A margem total das secretarias de cultura locais numa instituição absolutamente auto-suficiente, com um publico crescente, enche os olhos de comerciantes locais, propagando uma cultura underground independente, com muita qualidade. A região oeste oferece uma media de 8 eventos  por final de semana ligados ao rock, (pelo menos 3 deles são shows em festivais ou locais c musica ao vivo)

O som da revolução
algumas das principais bandas da cena

La Imigra

que apito toca: Soa como se o The Clash tivesse surgido nos anos 90, vocalista e baixista carismática,
bateria com vários elementos e uma guitarra indie melódica e muito criativa. Ambos os integrantes são multi instrumentistas e trabalham e outros projetos paralelos






Mega Fire

que apito toca: Banda performática, 2 vocais. Um tem um poderosíssimo gutural e o outro faz um vocal lírico que emula vozes como Zack de la Rocha e Serj Tankian, o que permite uma flexibilidade para um set list absolutamente explosivo. É uma banda pronta para o mainstream






Fuck n Roll

que apito toca: CLASSIC ROCK, porem esqueça, não é uma banda cover, não é uma banda tributo. Eles tocam o melhor do Hard Rock, Classic rock/metal, da maneira deles. Depois de 5 min de show, banda e publico viram uma coisa só. Impossível ficar parado.







Rain of Razors
que apito toca: Poderoso Heavy Metal, executado com precisão matemática, essa banda de covers e musicas autorais, consegue hipnotizar o publico com sua qualidade sonora . BAIXO DE 6 CORDAS! Sabe aquelas que você n consegue tocar nem no rock band easy leavel? Então. Rain of Razors!



Remella di Gatu

que apito toca:  O melhor do Nu Metal, e musicas próprias com tais influências, quando você vê a guitarrista Michele pendurar a guitarra, o baixista com tipão de regueiro entrarem no palco, você imagina o que vai acontecer a seguir. Você vai tomar um soco na boca do estômago que não vai dar p esquecer. Peso absoluto, sabem trabalhar bem o espaço do palco.






The Nimitz

que apito toca: Punk rock Californiano, covers e musicas próprias, o carisma da banda e a qualidade de nível internacional d som do the Nimitz já lhe rendeu elogios de artistas e radialistas do meio do rock, mas não para por aí. Rola de offspring a Metallica, tem repertorio p noite inteira, graças a vida de banda de barzinhos.




SubEclipse

que apito toca:  O MELHOR DO ROCK, daí vai de rock nacional até grunge e punk, vocais femininos e uma bateria poderosíssima. Essa banda não teme a nada, já tocaram em todas as condições para todo o tipo de publico. Sempre levantam o publico, que em algumas vezes ja ate saiu do controle. É a banda festa!


Spread


 Que apito toca: A banda mais maluca inventiva que eu já ouvi até hoje, no cenário nacional. Uma mistura de Stoner, Punk, Metal, Surf Music. Uma guitarra que parece que vai decolar a qualquer momento. O batera é mais porrada que um prédio desabando, junto disso há um vocal meio artístico, sem melodia, parecendo um pouco o teatro.



Robertones 

Que apito toca:   Um repertório (repertones) recheado de ótimas musicas, partindo de Jovem guarda, passando por velhas virgens, Raimundos e uns litros de pinga, corote e rum...Eles arrebentam no palco, poucas bandas são tão simpáticas no palco, e conseguem cativar a galera como eles fazem. Também pudera, com um repertones desse, não teria como ser diferente.



DOZE

Que apito toca: PEZADÉRRIMOOO!! Mas na medida certa. Mais uma banda do grupo que concilia o som autoral com qualidade de composição. Não por nada. Mas tem muita banda de som autoral ai, que é uma copa deslavada do Legião Urbana... Eles não... Não sei nem descrever que som esses caras tocam... Só sei dizer que é muito bom... E que o show demais...




Texto por: Cassiano Pereira e Gilmar Schardosim.

Também fizemos um podcast com a galera do rock, falando sobre a cena atual no Brasil... Alguns dizem que foi super polêmico... Eu diria que foi verdadeiro...

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