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Salve, terráqueos!!

Eu sou o Maninho, e hoje eu venho com mais um MOSH RG. Para quem não sabe, essa sessão é para falar de algum show, que alguém que contribua para o blog compareceu. Já tivemos o #1 e o #2, e esse é o terceiro...

Mas vou falar... Esse tá especialíssimo!!! 

Quem tá acompanhando o blog tem notado que além de falar de música, cinema, tv e entretenimento, temos dado um enfoque as bandas Underground de SP, com o segundo MOSH RG... Mas não é só isso, estamos preparando coisas especiais para a galera sobre a cena underground. Temos feito contatos com bandas e estamos preparando ótimas novidades sobre a cena. Aguardem e verão!!!


Bom, voltando ao assunto MOSH RG #3. O que acontece é o seguinte, conheci uma pessoa no dia do FestRock, que me convidou para um evento que ocorreria neste último domingo, lá em Carapicuíba. Pensei: "Putz, é longe... Mas vou conferir...". Afinal, a pessoa que me chamou é uma pessoa que tenho conversado bastante sobre a cena underground, e estamos combinando de fazer bastante barulho juntos por aí, além de ele ser um cara nota 10. 

Bom, chegou domingo, o dia estava ameaçando chover, e se chovesse muito, eu ia optar por não ir e ficar com a mulher e filho, por que sacomé... Daqui a pouco o moleque já tá fazendo 18, roubando meus "meião" do futebol, tomando porre por ai... 
Eis, que abriu até um solzinho, pensei: "Tá decidido, vou!". Peguei o trem, encontrei o Ricardo (pessoa que me convidou para o evento), ele ia dar carona para mais duas pessoas além de mim, e fomos para o evento. Chegando lá, já tinham muitas pessoas no melhor estilo Punk Rock esperando os shows começarem(os fãs de rock são os melhores do mundo), logo que entrei no bar, fui apresentado ao dono do bar o "Apito", uma pessoa ilustríssima, que fez questão de trocar idéia comigo durante alguns minutos, me falar do bar, que ele faz festivais lá, há 16 anos e etc (depois falo mais dele). Faltavam alguns equipamentos, eu só ouvia: "Tá chegando", uma galera já estava impaciente, outros com medo da chuva, mas ninguém perdeu a  fé. Eu mesmo achei estranho estar faltando equipamento, achei que chegaríamos lá e estaria tudo montado já. Mas o evento se fez a base de união, e cada banda levou alguma coisa.  







Chegado todos os esquipamentos, tudo montado, a banda Frienship 66, teve a árdua missão de abrir o show (sei como é isso, porque no primeiro show da minha atual banda, nós abrimos um festival). Mas os caras mandaram muito bem, com um som super sincero, variando entre Punk e HC, eles fizeram a galera poguear alucinadamente. Eu pessoalmente gostei muito da banda, a galera faz música por que gosta, além de serem super humildes. O guitarrista até me emprestou o afinador para, afinar a guita da banda seguinte...

Friendship 66


Seguindo em frente a banda La Imigra foi a segunda a se apresentar. Um power trio de dar inveja. Mandando algumas autorais e alguns covers. Confesso que gostei pra caramba da banda, os músicos entrosados, mandando uma mistura de HC, Ska e Reggae. 
Aconteceram alguns erros técnicos no equipo do guitarra, mas são coisas que acontecem em todo show, não atrapalhou em nada a apresentação da banda. 
Meu destaque fica para a baixista/vocalista que tem uma voz muito show, misturada a sua técnica apurada no baixo.

La Imigra


O terceiro show foi da banda Funny And Scary Face Band, que não tinham ensaiado juntos até o dado momento, mas que mandaram mega bem no show. Com ótimos covers de punk rock nacional, e alguns clássicos do rock gringo. A galera toda veio cantar junto "até quando esperar", me deixou arrepiado. O repertório dos caras ficou muito bom, tanto que a galera cantou todas as músicas do começo ao fim.

Funny And Scary Face Band


Depois dela, entrou a banda Spread, tocando musicas próprias. Um pouco antes da banda entrar o Ricardo me falou o seguinte: "Os caras arrebentam, você vai ver. Nunca ouvi nada igual ao som que eles fazem, por aqui". Assim que a guitarra soou o primeiro riff, eu já dei aquela "levantadinha de orelha", e fui me interessando, me animando, fiquei curioso com o que estava tocando, até que eu me rendi, e pensei: "Caralho, que foda isso aqui". De fato, no brasil, principalmente no underground, não tinha ouvido nada parecido. Uma mistura de Stoner, com Punk, um pouco de HC e até um pouco de Surf Music, mas tudo misturado e com distorção até o teto. Esse show foi o que mais me deu mais vontade de pegar minha guitarra e tocar junto, o som dos caras é muito livre de definições, te faz viajar e ter mil idéias para músicas. 
Dá para ver de cara, que eles têm um "Q" político, pela postura da banda. Nas letras eu não consegui perceber, por que não saco nada de inglês! Mas sinceramente, não é isso que importa, o que importa é a loucura que a banda te leva. Eu cheguei a me sentar para prestar mais atenção no que estava acontecendo durante esse show. Músicas que mudam de ritmo umas 3 vezes, ritmos eletrizantes, carregados por uma bateria, as vezes dançante, as vezes de uma tonelada, um baixo bem destacado e a guitarra quase gritando de tanta distorção!!! 
O mais legal é que nem todas as músicas são cantadas, algumas delas, contém apenas frases soltas e o instrumental pegado.

Spread


Depois dessa viagem maluca, entrou a banda que eu fui especialmente para ver, a Fuck N Roll, que é a banda que meu amigo Ricardo é vocalista. Eles me mostraram o set list antes de tocarem, se tratava de um set list com + ou - 10 músicas, todas elas eram Classic Rock, ou coisa do tipo. Só que tinha um porém sobre a banda. A baterista, teve um problema pessoal e não conseguiu comparecer ao evento, fazendo com que eles até pensassem em desistir do show. Mas nesse caso, o que prevaleceu foi a coletividade que estava pairando no ar, desde o começo do evento, quando cada banda trouxe algum equipamento, para ajudar no evento. O que aconteceu, foi que houve um "Troca-Troca" de músicos. O que era uma preocupação no começo, virou um motivo de orgulho até o fim, porque os integrantes das outras bandas foram entrando um a cada música e fizeram um baita showzaço. O set list muito bem escolhido, fez a galera pirar e cantar junto com eles. até o momento ninguém tinha tirado a galera do chão daquela forma. 

Fuck N Roll


Até que... 

Entrou a banda Mega Fire. Quando vi a galera começando a montar as coisas, não sabia o que esperar. O show anterior tinha sido demais. Eu estava em frenezi, e temi que a próxima banda não tivesse condições de manter o espetáculo. Porque a última banda sempre se fode em festivais, a galera vai embora e ela toca para pouca gente, ou só para as bandas anteriores.
Quando o show começou, meu amigo... A galera pirou!!! Uma música atrás da outra, e a galera agitando cada vez mais... Tinha nego saindo até pelas frestas do bar. Enquanto a banda tocou, ninguém saiu nem para ir no banheiro. Além do set list incontestável, que contou até com uma homenagem ao Mamonas Assassinas, os músicos são muito bons na banda, super entrosados, uma baita presença de palco. Foi do caralho!!! O melhor show da noite!

Mega Fire



Meu resumo do evento, foi que com união, se faz muita coisa. A cena precisa de atitudes e festivais como esses. A galera se ajudando, um divulgando o outro, cada um suando sua camisa, para que a música prevaleça.



Para não dizer que o evento foi perfeito, no final houve uma pequena desinteligência entre duas pessoas que o "Apito" (dono do bar), conseguiu contornar com a sua simpatia, conversando com os mais exaltados!!!

Então é isso aí, galera... Até mais!!!

Unknown

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