Um sonho dentro de um sonho...
Salve, Terráqueos!
Não, esse seriado canadense - que eu resolvi experimentar junto com minha irmã - não é sobre sonhos, caro amigo. Mas é sobre conspirações, clonagem e várias facetas de uma mesma atriz.
Bom, o plot/enredo do seriado é o seguinte:
"Após presenciar o suicídio de uma desconhecida muito parecida consigo, a protagonista Sarah decide assumir a identidade da morta, sem saber que, na verdade, está entrando num verdadeiro jogo de vida ou morte.
Conforme Sarah vai se adaptando à vida sob um novo nome, vai descobrindo uma complicada conspiração. Agora, ela precisa proteger-se, enquanto tenta descobrir mais pistas sobre uma trama que coloca sua vida em risco."
Até aí pouca informação sobre o que acontece de verdade, né?!
Dizem que todos nós temos um sósia por aí... E se ele é mais rico, bem sucedido, tem aquilo que você queria pra si. E se você o encontrasse e pudesse assumir o lugar dele?
É isso que Orphan Blcak joga na sua cara logo no início, mas tem muito mais. Porque existem consequências e se uma pessoa decide desistir da própria vida, talvez ela não seja tão boa assim... não é mesmo?
É isso que Orphan Blcak joga na sua cara logo no início, mas tem muito mais. Porque existem consequências e se uma pessoa decide desistir da própria vida, talvez ela não seja tão boa assim... não é mesmo?
Já aviso que o seriado não chega a ser de violência gratuita, mas tem de estopim. Como acontece nos minutos iniciais do primeiro episódio, com a morte de Beth, a desconhecida citada na sinopse.
Vou ser franca e tentar não encher o post de spoilers... A ideia e execução de "Orphan Black" são boas. A personagem principal, Sarah, é malandra. Consegue "pegar no ar" as coisas que estão acontecendo ao redor dela enquanto se passa pela falecida Beth ao mesmo tempo que tenta dar o golpe e fugir com a filha Kira e o irmão de criação Felix.
Só que o que ela não espera é o que está acontecendo na surdina na vida de Beth e aqui que vai um spoiler leve a existência de outras mulheres iguais a ela e uma ameça a essas mulheres. E quando eu digo iguais, não é de condição social/física ou serem membros do clube da Luluzinha, elas são idênticas.
E aqui entra a clonagem e as várias facetas de uma mesma atriz - Tatiana Maslany, atriz canadense, é responsável por encarnar todas essas mulheres e eu digo que ela foi bem já nos primeiros episódios. Talvez pra caracterizar as personagens tenham forçado estereótipos, mas mesmo assim fica natural.
O seriado tem só uma temporada lançada no ano passado e está com lançamento previsto para abril de 2014 de uma nova temporada.
Eu sou meio arisca pra dizer que algo é muito bom logo de cara, mas Orphan Black pode me render umas boas horas de entretenimento e as "surpresas" do enredo até que são bem vindas. É bom não conseguir adivinhar o que acontecerá a seguir no seriado e acompanhar Sarah nessa descoberta sobre o passado e sobre sua origem deixando-nos só como expectadores, sem muitas adivinhações... pelo menos nos 3 primeiros episódios.
Então o veredicto é... eu continuo assistindo e no futuro trago mais informações para vocês. Quem quiser me seguir nessa empreitada ou quem já assistiu tudo pode se manifestar. Eu gosto de receber cartinhas e e-mails, de verdade.
Beijinhus na ponta do nariz,
Laina.

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